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domingo, 22 de março de 2015

VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR NA ESTRELA MAIS ANTIGA DO UNIVERSO




—VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR  NA ESTRELA MAIS ANTIGA DO UNIVERSO—


  No final do mês de Janeiro deste ano, astrônomos internacionais anunciaram a descoberta da estrela mais antiga conhecida pela ciência e mais, descobriu-se que o sistema estelar onde ela se localiza contém cinco planetas do tamanho da Terra que a orbitam de forma...”diferente”. Veja a seguir:
  A estrela de 11,2 bilhões de anos e foi batizada de Kepler -444 devido à famosa sonda Kepler, construída para explorar novos mundos universo afora. O estranho é que este sistema possui cinco planetas com órbitas bem compactas,  como a imagem acima sugere, ele também é duas vezes e meia mais velho que o nosso Sistema Solar (4,5 bilhões de anos).
  Em apenas seis dias os planetas orbitam a estrela Kepler-444, a uma distância dez vezes menor do que a Terra em relação ao Sol o que os torna quentes demais para um alien morar. A estrela está a 117 anos-luz da Terra.
"Nunca vimos algo assim. É uma estrela muito velha e seu grande número de pequenos planetas a torna muito especial", afirmou o coautor da descoberta, Daniel Huber, da Universidade de Sydney.

"É extraordinário que um sistema tão antigo e com planetas do tamanho da Terra tenha se formado quando o Universo estava nascendo, com um quinto de sua atual idade", acrescentou.

MAS COMO ELES FAZEM ESSES ESTUDOS?

Os astrônomos podem medir a idade de um planeta distante usando uma técnica chamada de asterosismologia, que mede as oscilações da estrela causadas pelas ondas sonoras em seu interior. Essas ondas causam pequenos pulsos no brilho da estrela, que podem ser analisados para medir seu diâmetro, massa e idade.
Steve Kawaler, professor de astronomia da Universidade do Iowa, explicou que esta estrela é muito brilhante e pode ser facilmente vista com telescópios.
"Sabemos que planetas do tamanho da Terra foram formados ao longo dos 13,8 bilhões de anos da história do Universo", afirmou, por sua vez, Tiago Campante, da Universidade de Birmingham.

"Isso cria condições para a existência de vida antiga na galáxia", concluiu.


  
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